39 bairros de Porto Alegre apresentam nível crítico de infestação por Aedes aegypti

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O mosquito transmissor da dengue, chikungunya e Zika, está presente na maior parte dos bairros da capital Porto Alegre. Os dados são do Monitoramento Integrado do Aedes Aegeypti (MI-Aedes), órgão da Prefeitura responsável por implementar armadilhas e coletar dados sobre o desenvolvimento do inseto na cidade.

Somente no mês de janeiro, o número de infecções por dengue em Porto Alegre foi cinco vezes maior do que no ano anterior, gerando notícias e a preocupação da população. Por conta disso, o Sindicato dos Aeroviários de Porto Alegre vem reforçar a importância dos cuidados necessários neste momento de alta dos casos.

Para combater os focos do mosquito, as recomendações das autoridades responsáveis são de limpar caixas d’água, floreiras, tanques e qualquer parte interna de objetos que possam acumular água, tampar o que for possível, virar de cabeça para baixo baldes ou vasilhas e descartar quaisquer coisas sem uso que possa acumular água.

Na dengue, dor de cabeça, febre alta, dor no corpo e enjoos estão entre os principais sintomas. Já na chikungunya, dor intensa, inchaço nas articulações e febre alta; na Zika, dor abdominal, enjoo e lesões na pele são os diferencias. Mas apesar das três doenças causadas pelo mosquitos serem diferentes entre si, a principal recomendação para todas é a mesma e não muda: procurar atendimento médico e não se automedicar.

O Sindicato recomenda que os aeroviários estejam atentos tanto aos sintomas de infecção quanto aos focos do mosquito, que podem ser denunciados pelo telefone 156, da Prefeitura de Porto Alegre. “Manter esse cuidado faz parte do cuidado, além de individual, coletivo. Combater o mosquito é uma questão de saúde pública”, afirma a direção do Sindicato.

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