Sindicato apoia manifestações e está do lado dos aposentados e dos estudantes

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Neste dia 30 de maio, diversas entidades estão envolvidas no grande protesto contra os cortes realizados na educação e contra a Reforma da Previdência. São centrais sindicais, sindicatos, entidades que representam estudantes, movimentos da sociedade civil em geral e simpatizantes da causa que estão saindo pelas ruas de diversas cidades por todo o País.

Para o Sindicato dos Aeroviários de Porto Alegre, o movimento deste dia, somado ao protesto também de amplitude nacional realizado no dia 15 de maio, mostra uma nova organização pela luta por direitos que estão sendo cortados. “Esses movimentos estão sendo puxados por estudantes e historicamente essa é uma parcela da sociedade que nos puxa em direção de mudanças significativas, como aconteceu com o final da ditadura militar e no movimento pelas eleições diretas na década de 80”, afirmam os diretores do Sindicato. Ainda para os diretores, é preciso lutar de forma aguerrida pela manutenção do direito à aposentadoria e pela educação, dois elementos que são fundamentais para a construção de uma nação.

Aliado a isso, centrais sindicais como a Central Única dos Trabalhadores (CUT), Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), Força Sindical, Central Geral dos Trabalhadores Do Brasil (CGTB), Central Sindical e Popular Conlutas (CSP-Conlutas), Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB) e Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), entre outras centrais, estão já pensando nos próximos passos nesta caminhada de mobilização e luta por direitos. O 14 de junho, porém, já está afixado como data para uma Greve Geral, que já conta inclusive como indicativo de greve aprovado por muitos Sindicatos espalhados pelo Brasil.

Segundo o secretário-geral da CUT, Sérgio Nobre, em notícia divulgada no portal da CUT-RS, “não podemos ficar assistindo o desmonte das entidades sindicais, do patrimônio público, das estatais, que a gente construiu ao longo de mais de cem anos. Não podemos ver o país se transformar num quintal dos Estados Unidos da América (EUA). Nosso país tem soberania, tem um lugar no mundo, de cabeça erguida. Nosso povo quer ter uma vida decente. E para isso é muito importante saber os riscos que o governo Bolsonaro representa”.
A direção do Sindicato afirma que é parceira na luta não só pela proteção dos direitos que ainda estão nas mãos dos trabalhadores, mas também pelo avanço e pela retomada de direitos que já foram retirados com a Lei da Terceirização e com a Reforma Trabalhista. Para isso, porém, a entidade afirma que conta com a participação e com o apoio de sua categoria nas atividades que serão realizadas.

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