EDITORIAL: Chega de pano preto na TAP ME

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A falta de planejamento das gerências é exposta com recentes as demissões.

A TAP ME apresenta um discurso de reestruturação, faz acordos com os trabalhadores para poder manter as suas atividades, mas esbarram em problemas antigos que persistem no presente.

Durante muito tempo os gerentes da TAP ME jogaram um pano preto em cima de seus setores. Alegavam que estava tudo bem, que a organização estava plena. Agora, com as demissões de trabalhadores e com a vontade de sair de outros, a postura das gerências mudou.

As gerências agora afirmam que não houve tempo de preparar novas lideranças, que não houve tempo de capacitar trabalhadores para determinadas funções e que não podem abrir mão de algumas pessoas. Até mesmo a área de venda de serviço está despreparada. Como é possível fechar contratos que dão prejuízo?

Está na hora da presidência da TAP ME olhar para as gerências com o mesmo olhar crítico que olha para outros cargos. Está na hora de tirar desses cargos os que mostraram não serem competentes o suficiente para o tamanho dessa responsabilidade.

Será que a presidente e as gerências falam um idioma diferente? Se uma ordem da presidência não é respeitada, estes gerentes devem responder por isso. Cada vez se faz mais necessária a comunicação direta entre presidência e trabalhadores, o que foi prometido na última reunião pela presidência. Aguardaremos agora se esta promessa será cumprida.

Para a TAP ME voltar a ser competitiva, para que os problemas sejam resolvidos e para que novas vagas sejam abertas é preciso o fim do pano preto.

Ou quem manda na empresa assume o comando e coloca ordem na casa, ou esses gerentes continuarão em seus cargos sem a mínima condição necessária para tornar a empresa viável.

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